Notícias sobre a Tartelier

Em clima interiorano, fábrica vende doces atraentes

Em uma área residencial na Saúde, na região sul, está resguardado certo clima interiorano, com trânsito quase nulo e árvores verdejantes. Caminha-se tranquilamente por ali e chama a atenção uma esquina, em especial, na qual concentram-se pessoas de toda sorte, que surgem em busca dos doces da Tartelier, instalada há três anos naquele ponto.


Se voltarmos ao passado, há certo romantismo na história: esse mesmo ponto já acolheu uma leiteira no começo do século 20, uma
tapeçaria tempos depois e, mais recentemente, passou a alojar essa fábrica de doces que antes operava de portas fechadas.

Abriu ao lado um espaço minúsculo para o público, de menos de 20 m, no qual são servidos os quitutes com amorosidade e bons preços. Na calçada, ficam acomodados bancos de praça de antigamente para quem busca uma pausa.

Dos doces, brilha o mil-folhas (R$ 9,50). Montado na hora, conserva a massa crocante e delicada a intercalar um creme sedoso de baunilha. Também é atraente a linha de doces em copinhos (de R$ 8,50 a R$ 12). O de banana caramelizada com canela traz camadas de um creme leve de confeiteiro e crumble de amêndoas (biscoitos picados grosseiramente, que dão textura crocante) outras versões levam maçã ou morango.

Há uma pequena amostra, ainda, de quitutes salgados, como o croissant e a focaccia fofinha, regada com azeite em sabores como o de cebola caramelizada com crocante de presunto (R$ 8,50). Todos os itens também são bem acomodados para levar para casa.